[ breviário de decomposição ]

sábado, 10 de novembro de 2007


Antonio Muntadas, Portrait (G), 1995, Silkscreen, 75 ½ x 51 in.


Acabei de acordar. A noite não foi nada fácil. Dormir não foi. Acordar, também não. Como o dia de ontem... Ah, baby, como tudo está sendo difícil! Essa sua indecisão, ausência, silêncio... Medo? Parece uma fuga. Mas não se pode fugir para sempre. Não podemos fugir indefinidamente. Ainda não percebeste isso, querida? E essa dor de cabeça que me atormenta desde ontem? É, a maldita exaqueca não ajuda em nada, apenas aumenta ainda mais a minha angústia.#

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