segunda-feira, 11 de maio de 2009
domingo, 16 de dezembro de 2007
stranger than fiction
assisti em
dvd mais estranho que a ficção (stranger than fiction, usa, 2006), dirigido por marc forster). no elenco, will ferrell, maggie gyllenhaal, dustin hoffman, queen latifah, emma thompson.
desde o início, o roteiro escrito por zach helm é bem interessante. a estória gira em torno de um solitário auditor da receita federal, cuja existência mundana se transforma quando ele começa a escutar uma voz misteriosa narrando a sua vida. com a ajuda do professor jules hilbert (hoffman), harold (ferrell, numa atuação fabulosa) descobre que ele é o principal personagem de um conto que está sendo escrito e que aquela voz que ele sempre escuta é de karen eiffel (thompson, que também está magnífica), uma autora excêntrica famosa por matar seus personagens principais de maneiras inusitadas. e agora harold precisa arranjar um jeito de achar eiffel e fazer com que ela pare de escrever antes que encontre uma maneira de acabar com ele.
é uma comédia inusitada por não ser tão despretenciosa quanto inicialmente se poderia supor. seu roteiro, muitíssimo inteligente, permite várias "leituras". por exemplo, o que fazer quando se tem certeza da proximidade da morte? tirar o máximo de proveito do tempo que resta?
ou quando se é "deus" e de repetente se apercebe que o destino das pessoas está literalmente na suas mãos, como agir? mudar o destino (alheio) que se escreve?
ou ainda, quando se é absoluto tudo é mesmo permitido? e as conseqüências das ações individuais sobre a vida dos outros?
a despeito de qualquer coisa, há sim uma forte carga subjacente no seu roteito, que eclode surpreendentemente à medida que ação vai se desenvolvendo, prendendo o suspiro do expectador até a cenal final (e depois dela também!).#
dvd mais estranho que a ficção (stranger than fiction, usa, 2006), dirigido por marc forster). no elenco, will ferrell, maggie gyllenhaal, dustin hoffman, queen latifah, emma thompson.
desde o início, o roteiro escrito por zach helm é bem interessante. a estória gira em torno de um solitário auditor da receita federal, cuja existência mundana se transforma quando ele começa a escutar uma voz misteriosa narrando a sua vida. com a ajuda do professor jules hilbert (hoffman), harold (ferrell, numa atuação fabulosa) descobre que ele é o principal personagem de um conto que está sendo escrito e que aquela voz que ele sempre escuta é de karen eiffel (thompson, que também está magnífica), uma autora excêntrica famosa por matar seus personagens principais de maneiras inusitadas. e agora harold precisa arranjar um jeito de achar eiffel e fazer com que ela pare de escrever antes que encontre uma maneira de acabar com ele.
é uma comédia inusitada por não ser tão despretenciosa quanto inicialmente se poderia supor. seu roteiro, muitíssimo inteligente, permite várias "leituras". por exemplo, o que fazer quando se tem certeza da proximidade da morte? tirar o máximo de proveito do tempo que resta?
ou quando se é "deus" e de repetente se apercebe que o destino das pessoas está literalmente na suas mãos, como agir? mudar o destino (alheio) que se escreve?
ou ainda, quando se é absoluto tudo é mesmo permitido? e as conseqüências das ações individuais sobre a vida dos outros?
a despeito de qualquer coisa, há sim uma forte carga subjacente no seu roteito, que eclode surpreendentemente à medida que ação vai se desenvolvendo, prendendo o suspiro do expectador até a cenal final (e depois dela também!).#
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
reconstruction

ontem assisti em DVD Reconstrução de um Amor (Reconstruction, Dinamarca, 2003), dirigido por Christoffer Boe. No elenco, Nikolaj Lie Kass, Maria Bonnevie, Krister Henriksson, Nicolas Bro, Peter Steen, Ida Dwinger, Malene Schwartz, Helle Fagralid. o filme impressiona bastante pela forma como é apresentado, pelo transcurso da narrativa, pela câmera e seu movimento. boa atuação. mas, para os incautos, é um exercício raro de raciocínio. e faz pensar. o interessante é que enquanto o assistia, vinha-me aquela sensação de déjà vu. vá lá entender...
encontrei avaliações que valem a pena ser lidas no CINE DEMA(I)S, na REDE DE LETRAS da Estácio de Sá, na Superinteressante e no Indignado.#
encontrei avaliações que valem a pena ser lidas no CINE DEMA(I)S, na REDE DE LETRAS da Estácio de Sá, na Superinteressante e no Indignado.#
Marcadores: Filmes
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Volver.

Na sequência de Faraway, So Close! assisti também Volver (Volver, Espanha, 2006), com direção e roteiro assinado por Pedro Almodóvar. No elenco, Penélope Cruz, Carmen Maura, Lola Dueñas, Blanca Portillo, Yohana Cobo e Chus Lampreave. O filme recebeu indicação ao Oscar de Melhor Atriz (2006), pela atuação de Penélope Cruz. Venceu o festival de Cannes (2006) nas categorias Melhor Atriz (Penélope Cruz) e Melhor Roteiro. Foi indicado ao Globo de Ouro (2007) para Melhor Filme de Língua Estrangeira e Melhor Atriz (de novo, Penélope).#
Faraway, So Close!

Acabei de assistir, em DVD, Faraway, So Close! (Tão longe, tão Perto [In weiter Ferne, so nah!], Alemanha, 1993), filme dirigido Wim Wenders. A produção foi vencedora do Prêmio do Grande Júri em Cannes de 1993. Com Peter Falk, Horst Buchholz, Nastassja Kinski, Heinz Rühmann, Bruno Ganz, Solveig Dommartin, Rüdiger Vogler e Willem Dafoe. O destaque da trilha sonora é a belíssima Stay, do U2. Aliás, o clipe da música, igualmente dirigido por Wim Wenders, ficou ótimo. O filme é uma continuação de Wings of Desire (Asas do Desejo [Der Himmel über Berlin], Alemanha, 1987). Ia levar esses dois filmes do Wenders para assistir, mas na locaddora este último só estava disponível em VHS... Mais informações no IMDb.
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Smultronstället
Foto: Louis Huch © AB Svensk Filmindustri.
Ontem assisti em DVD Smultronstället (Morangos Silvestres, Suécia, 1957), uma obra-prima dirigida pelo mestre Ingmar Bergman, que também assina o roteiro. Com Victor Sjöströn, Bibi Anderson, Ingrid Thulin, Gunnard Björnstrand. Música de Erik Nordgren, fotografia de Gunnar Fischer, direção de arte de Gittan Gustafsson e produção de Allan Edelund. O filme venceu o Globo de Ouro (Melhor Filme Estrangeiro), o Urso de Ouro de Berlim (Melhor Filme) e recebeu uma indicação ao Oscar (Melhor Roteiro). Isak Borg, um velho professor de medicina que reavalia a sua vida enquanto viaja para a universidade em que se formou para receber um título. Na noite que antecipa a viagem, ele tem um pesadelo que o confronta com a realidade da morte. No dia seguinte, pega a estrada acompanhado da nora Marianne, em crise com seu marido Evald, que parece carregar a mesma amargura do pai. Durante a viagem, Victor recorda sua vida e compara sua história com as pessoas que cruzam seu caminho - um casal em crise, um grupo de jovens cheios de energia e esperança. Entre os jovens está Sara, que aos olhos de Victor simboliza o amor de sua adolescência e o remete ainda mais ao passado. O impacto de antigas lembranças leva o médico a um estado onírico. Entre o passado, o presente e a imaginação, Victor abandona as angústias e experimenta uma nova comunhão com a vida. #
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